Apesar do Brasil ser exemplo em vários países por nosso avançado sistema informatizado de apuração de votos, a morosidade da Justiça ainda é um problema conhecido e lamentado em todo país e está longe de acabar.
Uma reportagem do Estadão de hoje mostra que, segundo os cálculos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), só daqui a dez anos todos os processos nos tribunais do país terão se tornado eletrônicos.
Quando uma lei determinando a informatização foi sancionada, há dois anos, o prognóstico era de que, em dois anos, todo o país estaria com a Justiça informatizada. De acordo com o CNJ, a informatização esbarra na falta de equipamentos adequados, na diferença de programa utilizados nos tribunais e, o fator mais absurdo, o preconceito de juízes, procuradores e advogados que temem pela segurança do processo que tramita pela internet.
Para uma classe que tem profissionais que fazem questão de ser chamados de "doutor" sem ter, muitas vezes, doutorado... Não é de se estranhar que eles temam os avanços tecnológicos.
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